Dia 15 de março é o marco da Nova República, que - nesse ano – marca os 25 anos da redemocratização do Brasil. Com eleições diretas e poderes independentes, a reflexão sobre o exercício da democracia em todo o mundo passa pela Democracia Pura.
A Democracia Pura é discutida desde a Antiguidade como modelo de governabilidade, sem políticos profissionais, mas como uma forma de governo com efetivo poder do povo, sem intermediários, desde que pessoas comuns possam participar das decisões máximas da sociedade e exercer cargos de chefias administrativas e judiciárias, por sua vontade e mérito, independente de ingerências pessoais, políticas, religiosas e sindicais. Esse autogoverno se daria através de sistemas de escolhas dos cidadãos voluntários para atuar num Conselho de Cidadãos, seja por sorteio ou algum tipo de concurso.
O advogado e filósofo J. Vasconcelos, autor do livro “Democracia Pura” (ed. Nobel), defende que o Brasil tenha um Conselho de Cidadãos para fiscalizar os poderes executivo, legislativo e judiciário para evitar corrupção, desmandos, aplicação da lei diferente para classes de cidadãos; enfim, uma comissão de vigilância.
“Não será nas próximas duas ou três gerações que teremos a implantação da Democracia Pura, mas é preciso semear a reflexão da necessidade de aprimorar conceitos da vontade popular, usar a extraordinária ferramenta de disseminar ideias pela internet, de usar a massa de internautas para implantar- em nível mundial – a democracia pura em substituição da democracia representativa”, esclarece o Prof. Vasconcelos.
“Faz 25 anos que a Nova República foi implantada, o Brasil consolida sua democracia representativa e passará por mais uma eleição direta para presidente, governadores, deputados federais e estaduais e senadores. Os escândalos de corrupção e má versação do dinheiro público podem ser evitados se houver esse Comitê de Cidadãos para fiscalizar e denunciar ações inadequadas aos interesses do povo”, explica Prof. Vasconcelos.
A Democracia Pura pode ser um sistema comum de governabilidade com a possibilidade de ter um futuro com mundo sem fronteiras, com defesa de interesses comuns da humanidade e a internet como ferramenta de integração.
Com informações da assessoria
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A Democracia Pura é discutida desde a Antiguidade como modelo de governabilidade, sem políticos profissionais, mas como uma forma de governo com efetivo poder do povo, sem intermediários, desde que pessoas comuns possam participar das decisões máximas da sociedade e exercer cargos de chefias administrativas e judiciárias, por sua vontade e mérito, independente de ingerências pessoais, políticas, religiosas e sindicais. Esse autogoverno se daria através de sistemas de escolhas dos cidadãos voluntários para atuar num Conselho de Cidadãos, seja por sorteio ou algum tipo de concurso.
O advogado e filósofo J. Vasconcelos, autor do livro “Democracia Pura” (ed. Nobel), defende que o Brasil tenha um Conselho de Cidadãos para fiscalizar os poderes executivo, legislativo e judiciário para evitar corrupção, desmandos, aplicação da lei diferente para classes de cidadãos; enfim, uma comissão de vigilância.
“Não será nas próximas duas ou três gerações que teremos a implantação da Democracia Pura, mas é preciso semear a reflexão da necessidade de aprimorar conceitos da vontade popular, usar a extraordinária ferramenta de disseminar ideias pela internet, de usar a massa de internautas para implantar- em nível mundial – a democracia pura em substituição da democracia representativa”, esclarece o Prof. Vasconcelos.
“Faz 25 anos que a Nova República foi implantada, o Brasil consolida sua democracia representativa e passará por mais uma eleição direta para presidente, governadores, deputados federais e estaduais e senadores. Os escândalos de corrupção e má versação do dinheiro público podem ser evitados se houver esse Comitê de Cidadãos para fiscalizar e denunciar ações inadequadas aos interesses do povo”, explica Prof. Vasconcelos.
A Democracia Pura pode ser um sistema comum de governabilidade com a possibilidade de ter um futuro com mundo sem fronteiras, com defesa de interesses comuns da humanidade e a internet como ferramenta de integração.
Com informações da assessoria

